
Falando no Complexo Metalúrgico Selous em Ngezi, Mashonaland West, Mnangagwa elogiou os projectos duplos — uma fundição expandida de US$ 360 milhões e uma usina solar de 35 MWac — como uma prova da colaboração estratégica entre o governo e o sector privado, segundo avançou o portal zawya.
Os empreendimentos fazem parte do programa de expansão mais amplo de US$ 1,8 mil milhão da Zimplats, previsto para durar até 2031, que também inclui uma refinaria de metais básicos, empreendimentos de mineração adicionais e um total de 185 MW de capacidade solar instalada.
O vice-presidente executivo sênior do Afreximbank Group, Denys Denya, fala à ESI África sobre a necessidade crítica de priorizar os interesses e o bem-estar das comunidades de mineração locais na extração e processamento dos recursos minerais da África.
“Esses desenvolvimentos são um marco notável na busca do Zimbábue por avanço industrial, autossuficiência energética e sustentabilidade ambiental.
“Eles demonstram o comprometimento da Zimplats em continuar sendo um parceiro estratégico em nossa Visão Nacional 2030”, disse Mnangagwa, citado pela Zimbabwe Broadcasting Corporation.
A expansão da fundição de 38 MW, concluída em dezembro de 2024, triplica a capacidade de fundição da mina e foi projectada para aumentar a eficiência do processamento, reduzindo os custos de energia e o impacto ambiental.
Enquanto isso, a usina solar de 35 MWac – ocupando 106 hectares – representa a Fase 1A da estratégia de energia renovável mais ampla da Zimplats para reduzir emissões e garantir fornecimento de energia estável para suas operações.