Projecto Carrinho Indústria transforma 240 mil toneladas de milho por ano

A Carrinho Indústria regista, actualmente, uma capacidade de transformação de milho de 240 mil toneladas por ano, com uma produção na ordem de 180 mil toneladas, das quais 70 por cento é produção nacional, avançou o director executivo.

Décio Catarro, que falou sobre os projectos em curso ao Jornal de Angola, reconhece que, com estes níveis de transformação e produção local em grande escala aponta o país num caminho certo, não só no que toca ao milho como também de outros produtos, segundo avançou o portal JA Online.

A Carrinho Indústria sublinhou, deu início ao processo de transformação dos produtos nos períodos 2024- 2025, produção efectuada localmente pela “Carrinho Agri”.

Quanto ao processo de transformação nos dois anos, reforçou o director Executivo, destacam-se o milho, que permitiu ser autossuficiente no que toca ao mercado da fuba em Angola.

Por um lado, outra grande aposta da Carrinho Indústria é o arroz, com produção local, para além alguns que este ano estão a ser importados.

No que toca à produção nacional de arroz, Décio Catarro informou que na actual Campanha Agrícola 2025 – 2026 a produção vai rondar na ordem de 10 mil toneladas de produção na colheita.

Ainda sobre a produção nacional na agricultura, Décio Catarro reconhece que, o processo é diferente da indústria, isto porque, na área industrial são comparadas as máquinas que a posteriori são instaladas.

Já na agricultura, sublinhou, é um processo de aprendizagem que carece de ensinar no campo a todas as famílias agrícolas integradas no processo, de como devem trabalhar para que o cultivo registe um melhor resultado não só na qualidade, mas também na quantidade.

Como nem tudo é positivo, Délcio Catarro disse que, nos primeiros anos, a Carrinho Indústria registou algumas dificuldades, isto, nos períodos 2022- 2023, incluindo em 2024. “Este ano 2025 pensamos que estamos já com um modelo diferente de forma a que as famílias consigam dar resposta àquilo que são as nossas necessidades”, sublinhou.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

WhatsApp