
Segundo o responsável, que intervinha no painel “Desafios de Catoca e das Empresas Minerais perante as Questões Tecnológicas e Energéticas”, durante a Expo Catoca 30 anos, a inexistência de uma base integrada de informação limita a competitividade face a outros mercados, onde dados geológicos, de licenciamento e de produção já se encontram digitalizados e acessíveis, avançou o portal Angola Press.
Na mesma senda, sublinhou ainda a necessidade da criação de um observatório para monitorização da qualidade da água, capaz de medir indicadores como oxigenação e clarificação, para assegurar que os padrões ambientais e alinhamento estejam em conformidade com as exigências internacionais de sustentabilidade.
Para ele, estas iniciativas seriam decisivas não apenas para ganhar confiança junto de potenciais investidores, mas também para garantir uma exploração mineira sustentável.
O orador ressaltou igualmente que os desafios energéticos constituem uma prioridade mundial além de fontes já amplamente discutidas, como o hidrogênio e a energia solar.
A Expo Catoca 30 anos, que decorre até 28 deste mês, inclui painéis temáticos, conferências, sessões de networking empresarial e apresentações culturais.
Entre os temas em debate estão “O futuro do subsector diamantífero: Reservas, Inovação e Valor Acrescentado”, “O papel da Banca e Seguros na Transformação do Setor Mineiro Angolano” e “Mulheres de Catoca – 30 anos de coragem, trabalho e inspiração”, entre outros.