
O representante da Agrinsul, Douglas Magtanong, explicou que a empresa expõe equipamentos de soldagem, sistemas de lavagem a pressão, soluções de bombeamento, além de perfuração e demolição de rochas, sublinhando que o diferencial está na qualidade, no serviço pós-venda e nos preços competitivos praticados no mercado nacional, segundo avançou o portal Angola Press.
Por sua vez, o Instituto Geológico de Angola (IGEO) trouxe à feira uma exposição de minerais estratégicos, equipamentos laboratoriais e soluções de geofísica.
De acordo com a representante Yolanda Cata, a presença na Expo visa “ampliar a divulgação dos serviços do Instituto, desde levantamentos geofísicos e cartografia geológica até estudos de impacto ambiental e perfuração de águas subterrâneas”.
Já a directora da Endiama EP, de Responsabilidade Social, Relações Institucionais e Comunicação, Priscila Morais, salientou o orgulho da empresa em participar do evento que celebra os 30 anos de Catoca, tendo realçado o impacto sócio-económico da mina nas comunidades.
“O balanço das primeiras horas é positivo, com painéis que resgatam o passado e projectam o futuro da empresa”, afirmou.
Entre os projectos em destaque, está a recente inauguração da Universidade Lueiji A konde, na Lunda Norte, com capacidade para oito mil estudantes, além da expansão da Indiagro, braço agrícola da Endiama, que prevê gerar até seis mil empregos até 2027.
A Sociedade Mineira de Kaixepa utilizou a feira para dar maior visibilidade à sua operação, tendo o geólogo José Miguel explicado que a empresa, em actividade há três anos, decidiu participar para mostrar que “além da Catoca e da Luele, existem outras minas que também contribuem para a economia nacional”.
O foco principal foi evidenciar o potencial diamantífero da sua exploração localizada na Lunda-Norte.
Com mais de 60 expositores, a Expo Catoca 30 anos decorre sob o lema “Aqui, onde os diamantes encontram a comunidade”, reunindo instituições governamentais, parceiros estratégicos e empresas do setor mineiro.
Na expo, é notório ainda o êxtase e o ambiente frenético entre visitantes e expositores, dada a dimensão do evento.
O certame que é visto também pelos participantes como um espaço de networking e de fortalecimento do sector diamantífero angolano, prespectiva registar mais de 500 pessoas por dia.