
Em declarações a propósito do desenvolvimento da cultura na região, o responsável disse que Icolo e Bengo como província existe desde 24 de Agosto de 2024, é muito nova, pelo que, o apoio de todos é crucial, segundo avançou o portal Angola Press.
Nesta senda, revelou que o sector da cultura está aberto a propostas e projectos de cidadãos, empresários e dos praticantes de arte e cultura para o progresso necessário.
O responsável apontou como exemplo, o fórum “Arte e Cultura”, realizado recentemente na província, por iniciativa de uma organização privada e que o Governo apoiou. “É isso que queremos que seja feito”, explicou o director.
Para Henriques Neves é importante que a sociedade civil, empresários e outros, se envolvam e tragam propostas e projectos para o desenvolvimento do sector, unindo-se aos esforços do governo.
“Nós temos que discutir ideias e não olhar somente no que está mal, temos estado a registar indivíduos que vão às redes sociais (Internet), para denegrir os feitos do sector” lamentou.
Por outro lado, sugere a discussão sobre os assuntos que preocupam a Cultura, em fóruns próprios, de modos a encontrarem em conjuntos as possíveis soluções.
Entretanto, disse que o governo local tem uma administração participativa, onde as opiniões dos cidadãos são sempre acolhidas, pautada por um diálogo permanente, fazendo jus ao slogan da província, que é, “Icolo e Bengo Fazemos Com Tudo e Com Todos”.
A nova província do Icolo e Bengo surgiu ao abrigo da aprovação da nova Divisão Político-Administrativa do país (DPA), a 14 de Agosto de 2024, na Assembleia Nacional.
Com a nova divisão, o país passou a contar com três novas províncias, perfazendo um total de 21 regiões, 326 municípios e 378 comunas.
A província do Icolo e Bengo tem como sede capital a vila de Catete, sete municípios, 11 comunas e uma população estimada em dois milhões e 209 habitantes.