
A informação foi prestada à imprensa, em Mbanza Kongo, pelo responsável do FADA para o Zaire, Aldemiro Figueiredo, à margem de uma exposição de equipamentos agrícolas, tendo sublinhado que para esta região, a sua instituição dispõe de um pacote de financiamento avaliado em mil milhões, 98 milhões e 407 mil kwanzas, para 84 projectos agrícolas, segundo avançou o portal Angola Press.
Aldemiro Figueiredo disse que a província do Zaire possui o número mais reduzido de projectos agrícolas financiados pelo FADA se comparado com outras regiões do país, frisando que para inverter este quadro, a instituição está levar a cabo a apresentação de kits de máquinas agrícolas para incentivar a adesão dos agricultores ao financiamento, no âmbito do Programa de Aceleração da Agricultura Familiar e Reforço da Segurança Alimentar.
Acrescentou para o Zaire, O FADA e parceiros expôs, entre outros meios de lavoura, tractores, motocultivadores, micro-tractores, charruas, grades e saneadoras, visando impulsionar a actividade agrícola mecanizada em todos os municípios.
De acordo com o responsável, desde a operacionalização do FADA no Zaire já foram financiados 20 motocultivadores e seis tractores, cifra que considerou irrisório atendendo as potencialidades agrícolas da região.
“Além dos equipamentos apresentados hoje, o FADA detém nove outras linhas de financiamento, desde o apoio à produção, crédito ao café, algodão, palmares, crédito à agricultura para mulher rural, de aquisição de viaturas para o escoamento e comercialização de produtos e crédito de transformação de produtos locais”, explicou.
Disse existir três categorias de financiamento, sendo o kit das motocultivadoras avaliado em 10 milhões de kwanzas, o de mini-tractores oscila entre 15 e 20 milhões e o kit dos grandes tractores que custa 50 milhões de kwanzas.
Sublinhou que o período de reembolso é de cinco anos e inclui um espaço de carência adicionado por uma taxa de juros de um por cento.
“Podem concorrer agricultores singulares ou associados em cooperativas, desde que tenham terras legalizadas e com uma iniciativa comprovada de actividade”, esclareceu