
“Projecto tem por principal objectivo o fortalecimento do ambiente para uma economia mais diversificada, através do aprimoramento da resiliência fiscal e macroeconómica e das bases para o crescimento do sector privado”, avançou o portal Angola Press.
A maioria do financiamento, cerca de 11,6 milhões de euros, vem da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA, sigla em inglês).
Seguem-se 1,03 milhão de euros do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e 342,5 mil euros da Global Infrastructure Facility (GIF).
Estes fundos vão apoiar a capacidade de instalação de energias renováveis e armazenamento em baterias, com participação do sector privado.
Segundo o governante, os acordos são estratégicos, pois mobilizam recursos financeiros adicionais, diversificados e concessionais, essenciais à implementação eficaz do projecto.
Além disso, contribuem para o fortalecimento institucional, o acesso universal à electricidade, a promoção do desenvolvimento sustentável e a integração de energias renováveis com participação pública e privada, em linha com os objectivos de política pública do país.
Olavo Correia explicou ainda que, ao aumentar a participação das energias renováveis na produção de electricidade, o projecto ajudará a reduzir a exposição do país aos preços dos combustíveis fósseis (importados), baixando o custo da energia e tornando o país mais competitivo.
“O financiamento adicional permitirá ao projecto atingir os objectivos do Governo, nomeadamente, 50% de penetração de energia renovável até 2030 e a consolidação da reforma sectorial”, acrescentou.