
Zhang Bin, que falava à margem da inauguração da fábrica de silício metálico, destacou as potencialidades económicas da região e reafirmou o compromisso de empresas chinesas em participar no processo de reconstrução e desenvolvimento sustentável da província do Bengo, segundo avançou o JA Online.
“Estamos a apoiar e incentivar as empresas chinesas a participarem activamente no processo de industrialização da economia angolana, bem como desenvolver diferentes tipos de cooperação e investimentos, em conformidade com os princípios de mercado”, salientou o embaixador chinês.
Cooperação e investimentos
Em Angola, o diplomata referiu que estão implantadas mais de 400 empresas chinesas de grande porte, que operam em diversos sectores da economia nacional, com um investimento avaliado em 27 mil milhões de dólares, dos quais cinco mil milhões são dedicados ao sector Não Petrolífero, com abrangência na Agricultura, Criação de Gado, Exploração e Fundição de Minério, Processamento Industrial, Manufactura, Centros Comerciais e Imobiliário.
“Estamos satisfeitos com os investimentos feitos em Angola, em particular na província do Bengo. Angola e China rubricaram vários memorandos de entendimento e os progressos são notáveis, especialmente no sector Não Petrolífero”, disse o diplomata chinês.
Zhang Bin sublinhou também que o gigante asiático tem como divisa a defesa do multilateralismo, bem como promover activamente a construção de uma economia mundial aberta e expansiva, com base no benefício mútuo, cooperação comercial e investimentos com outros países em desenvolvimento.
“A Embaixada da China em Angola vai continuar a reforçar a comunicação e a colaboração com o Governo angolano nos mais diversos sectores, com o objectivo de promover um ambiente de negócios favorável. A China reafirma o compromisso em contribuir para o crescimento de Angola em todas as áreas”, sustentou.