
No primeiro ano, projecto vai capacitar 30 empresas, no segundo e terceiro, o programa irá formar 170 organizações, com o objectivo de dotá-las de novas práticas de gestão e tecnologia avançadas, para que possam prosperar no mercado e contribuírem para o crescimento da economia nacional, segundo avançou o JA Online.
O projecto Mungu, que prioriza os sectores da Agricultura, Pescas, Turismo, Logística, Mobilidade, Indústria Transformadora, Telecomunicações, Energia e Serviços, está a ser promovido pela Acelera Angola, com o apoio financeiro da Total Energies, Equinor, Exxonmobil, Azule Energy e Sonangol que operam no bloco 17.
O chefe de Departamento de Sustentabilidade da TotalEnergies Angola, Samora Kitumba, disse que o projecto Mungu representa um marco histórico transformador para as Micro, Pequenas e Médias Empresas, por ser um programa catalisador para o desenvolvimento socioeconómico do país.
O responsável reforçou que com a actuação plena das empresas beneficiadas no mercado, o país irá reduzir em grande medida a enorme dependência de produtos importados, o que contribuirá para a promoção do crescimento empresarial nacional.
“Acreditamos que investir nas Micro, Pequenas e Médias Empresas, estamos a contribuir para o crescimento económico, geração de emprego e coesão social”, disse, sublinhando que o bloco 17 não é apenas um motor energético, mas também um incentivador para o desenvolvimento.
Mais apoio às empresas
A gestora de projectos da Acelera Angola, Ana Yala, apontou que com a implementação do projecto Mungu vai contribuir para a resolução económica e fomentar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Segundo a gestora, o Mungu é um programa que foi desenhado para fortalecer o tecido empresarial nacional, sobretudo para catapultar as Micro, Pequenas e Médias Empresas. “Os objectivos do Mungu incluem prestar o apoio às empresas em todos os níveis de desenvolvimento do negócio, para além de aumentar a capacidade técnica, comercial, operacional, competitividade e a conectividade delas no mercado”, disse.
Ana Yala acrescentou que o programa visa também a inserção sustentável das Micro, Pequenas e Médias Empresas no sector Financeiro, para que estejam aptas a beneficiarem de créditos.