
Desde 7 de Abril, altura em que o preço caiu para 90 dólares, após sinalização de algum entendimento entre Estados Unidos e Irão e que passaria pela retomada do comércio internacional pelo Estreito de Ormuz, apenas a 24 do referido mês, se voltou a ver o “ouro negro” a regressar à fasquia dos 100 dólares, segundo avançou o portal JA Online.
Foram 17 dias, com intervalos de fechos semanais, a negociar o barril do petróleo da Europa entre mínimo de 90,38 dólares e máximo de 99,35 dólares.
Os Estados Unidos têm sido uma voz activa contra os preços altos, embora o não entendimento com o Irão persiste como motivo principal na escalada dos mercados, fruto da fraca oferta e menor circulação do comércio global. A acrescentar a estes factores, o recente anúncio dos Emirados Arábes Unidos, que desde sexta-feira, 1 de Maio de 2026, abandonou o grupo Organizações dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), também fez tremer o mercado e ajudou na apreciação dos preços do barril.