Parcerias impulsionam projectos de auto-construção habitacional

Angola precisa de 2,2 milhões de moradias para reduzir o défice habitacional.

Augusto Fernandes participou na conferência de imprensa realizada pelo Ministério das Obras Púbicas, Urbanismo e Habitação, segundo avançou o portal JA Online.

No encontro, o economista avançou como soluções em curso a implementação de 910 lotes de terrenos urbanizados, para permitir que os cidadãos construam as próprias habitações em áreas infra-estruturadas.

Segundo o economista e consultor do director-geral do Instituto Nacional de Habitação, o sistema financeiro nacional conta com instrumentos bancários à disposição e mais recentemente viu aprovada a Lei da Alienação Fiduciária, instrumento capaz de estimular o “boom” imobiliário devido as respostas e eficazes que dispõe aos diferentes intervenientes do sistema, sejam construtoras, bancos ou detentores de imóveis em casos de litígios nos fóruns judiciários.

Augusto Fernandes disse que o Governo angolano construiu, desde 2010 até a data presente, 31 centralidades e nove urbanizações, num total de 350 mil habitações em todo o país. Explicou que em Luanda, o projecto da auto-construção dirigidatemuma parceria público privada nas zonas do Kilamba – Jardim de Belas; tem-se estado também a promover vendas de lotes, no Icolo e Bengo, com destaque ao projecto Luanda Lestee emBenguela.

“Nestes termos, o Ministério tem-se solidarizado com as famílias. Fundamentalmente, aquelas que não conseguem atender a demanda, por intermédio daquilo que é oferta do mercado. O Governo está atento a esta situação. Os programas de política pública estão a ser utilizados para atender também esta franja da população”, explicou.

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