
A primeira fase do programa contempla a produção de hortícolas, enquanto a segunda prevê a construção de naves para criação de aves e suínos. A terceira fase está vocacionada à criação animal e a quarta virada para a distribuição dos produtos agrícolas. Implementado numa área de dez hectares, o projecto vai ser replicado em outras regiões do país, designadamente Luanda, Cuanza-Sul, Huíla, Zaire, Bengo e Uíge, com vista ao reforço da segurança alimentar e a melhoria das condições sociais dos antigos combatentes e veteranos da pátria, avançou o JA Online.
Em declarações à imprensa, Domingos André Tchikanha explicou que a iniciativa surge da necessidade de apoiar antigos combatentes com idade avançada e limitações físicas.
“Nós sabemos que muitos antigos combatentes têm, hoje, mais de 67 anos e vários deles já não possuem condições para desenvolver actividades produtivas, devido à idade e aos problemas de saúde. Com esta fazenda queremos minimizar as necessidades mais urgentes ligadas à alimentação e à cesta básica”, afirmou.
O governante acrescentou que o projecto resulta das deliberações do Conselho dos Antigos Combatentes da Pátria, realizado em Dezembro do ano passado, que recomendou a criação de quatro fazendas institucionais em diferentes pontos do país. Na ocasião, o vice-governador para o Sector Político, Social e Económico do Bengo, José Bartolomeu Pedro, considerou a iniciativa um importante reforço da política social do Executivo angolano, sobretudo para os antigos combatentes e veteranos da pátria.